Homens infiéis tem QI mais baixo, sériooo
29/08/2010 20:39
Primeiramente, quero agradecer pelos comentários solidários e carinhosos que recebi. Às vezes a gente sofre por falta de coragem sabiam? Lá no fundo, sempre sabemos o que fazer, como fazer, mas teimamos, insistimos e nos deixamos levar pelo comodismo.
E essa é uma atitude se aplica em todas as áreas da vida, é impressionante. Temos que nos vigiar meesmoo! Tá ruim? Cai fora! Dinheiro, excesso de trabalho, nada disso nos satisfaz verdadeiramente. Somos humanos precisamos de relações que nos edifiquem pessoal e profissionalmente.
E essa é uma atitude se aplica em todas as áreas da vida, é impressionante. Temos que nos vigiar meesmoo! Tá ruim? Cai fora! Dinheiro, excesso de trabalho, nada disso nos satisfaz verdadeiramente. Somos humanos precisamos de relações que nos edifiquem pessoal e profissionalmente.
E durante esse tempo em que eu estava desanimada e com tédio virtual, aproveitei para colocar em dia os meus estudos que andavam mega carentes. Sou estudante de psicanálise, amooo de paixão, sempre tive aptidão e é uma vertente pelo qual pretendo seguir mesmo, tô me entregando de corpo e alma! E como ando pesquisando muito e lido muita coisa, numa dessas "andanças", encontrei um artigo sobre um estudo que liga a infidelidade masculina a QI mais baixo. Oi?
Pensem que na hora, não resisti e pensei: tenho que espalhar esse negócio! Esse ó tipo de "moda" que deve ser obrigatóooria rsrsrs. Parei tudo e corri aqui pra fazer esse post!
O artigo foi publicado no portal globo.com em março desse ano, mas esse tipo de pesquisa não fica ultrapassada nunca! Então, leiam e me digam o que acharam ok?
Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo
Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada Social Psychology Quarterly.
De acordo com o autor do estudo, o especialista em psicologia evolutiva da London School of Economics, Satoshi Kanazawa, "homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes".
Kanazawa analisou duas grandes pesquisas americanas a National Longitudinal Study of Adolescent Health e a General Social Surveys, que mediam atitudes sociais e QI de milhares de adolescentes e adultos.
Ao cruzar os dados das duas pesquisas, o autor concluiu que as pessoas que acreditam na importância da fidelidade sexual para uma relação demonstraram QI mais alto.
De acordo com o estudo, o ateísmo e o liberalismo político também são características de homens mais inteligentes.
Evolução
Kanazawa foi mais longe e disse que outra conclusão do estudo é que o comportamento "fiel" do homem mais inteligente seria um sinal da evolução da espécie.
Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram "relativamente polígamos", e que isso está mudando.
Para Kanazawa, assumir uma relação de exclusividade sexual teria se tornado então uma "novidade evolucionária" e pessoas mais inteligentes estariam mais inclinadas a adotar novas práticas em termos evolucionários - ou seja, a se tornar "mais evoluídas".
Para o autor, isso se deve ao fato de pessoas mais inteligentes serem mais "abertas" a novas ideias e questionarem mais os dogmas.
Mas segundo Kanazawa, a exclusividade sexual não significa maior QI entre as mulheres, já que elas sempre foram relativamente monogâmicas e isso não representaria uma evolução.